Por um PPR do tamanho do Grupo Fibria,
com metas atingíveis e transparentes
É hora de levantar a cabeça e recuperar as perdas, exigir respeito e ir à luta. Pois, quem luta conquista!
Não há o que falar em GANHOS para os trabalhadores/as depois que a Aracruz Celulose virou Fibria.
Desde que a empresa foi dilapidada por uma diretoria incompetente, que jogou e perdeu feio + de R$ 2 bilhões no cassino financeiro dos “derivativos”, que os empregados vêm pagando essa conta.
Uma conta alta e, pelo jeito, sem fim, já que pelas mudanças apresentadas no Programa de Participação nos Resultados (PPR) vai continuar crescendo. Mas isso tem que parar.
A Aracruz/Fibria apresentou aos sindicatos (Sinticel, Sintiema e Sintrexbem) nos dias 26 e 27 de abril, um novo PPR, com metas e condicionantes ainda mais difíceis de serem conquistadas pelos empregados das áreas florestal e fabril.
É hora de dar um basta e começar a ganhar. Os trabalhadores se mobilizam, se unem para recuperar os prejuízos desde 2009. Já é tempo de ver “no bolso” e nos acordos coletivos as garantias pelo esforço e dedicação de todos.
A empresa vai tentar dividir os trabalhadores, aprovando antes o acordo de PPR na extrativa, como fez em Jacareí/SP.
Este novo PPR, se aprovado como a empresa quer, compromete as ações políticas do Sindicatos uma vez que a empresa precisa da certificação: o FSC para o manejo de suas florestas. Puro interesse! Não podemos permitir que a Fibria use os companheiros para dividir a nossa organização! Fique ligado!
O que está em jogo nessa negociação?
A empresa quer que o PPR da planta capixaba seja IGUAL ao de todo o grupo. Acrescenta METAS E PESOS DIFERENTES para os empregados das áreas fabril e das florestas. Busca, com a meta “Plano de Ação FSC”, a certificação de manejo de sua floresta.

Próxima reunião
Está agendada para o dia 3 de maio, às 14 horas, na Pousada da Orla, em Coqueiral. O Sinticel pede aos trabalhadores que encaminhem propostas pela urna na portaria principal da fábrica. Leia mais